sábado, 17 de outubro de 2009

Legado de ensinamentos e Sabedoria Espiritual

No século XIV a.C., no reinado do
Faraó Amenóphis IV, posteriormente
conhecido por Akhenaton, o culto a Aton
(Disco Solar), o primeiro monoteísmo da
história, foi implantado no Egito, para,
poucos anos após, desaparecer nas
névoas do tempo.
Akhenaton, que foi um verdadeiro Príncipe
da Paz,
deixou-nos um importante legado espiritual, plenamente válido
e precioso para a Humanidade no século XXI, que já enfrenta
sérios problemas de ordem planetária.
Talvez os seus ensinamentos possibilitem aos seres
humanos o resgate das suas Raízes Solares, espirituais e
físicas, auxiliando cada um de nós a encontrar o seu verdadeiro
lugar no Universo, objetivo principal de nossa existência
neste planeta.
Aquele que conseguir
despertar o seu "Sol Interior"
terá o dever de mostrar aos seus
irmãos de jornada o caminho
para essa descoberta.
E que os "Filhos do Sol"
despertem e encontrem-se
nesta vida!
Em muitos aspectos, a
crise por que passa a Humanidade
é resultado de um fato muito simples:
o ser humano desconhece o seu
verdadeiro "eu".
Quem é esse ser
pensante e dotado de livre-arbítrio, que, apesar de pouco saber de si, já olha para o Uni-verso como mais um território
a ser conquistado no
futuro?
Que pensa em conquistar
e dominar o Universo sem que, antes, tivesse direcionado as suas atenções para o Universo interior, aquele existente dentro do ser hu-mano, que também é misterio-
so, fascinante e infinito.
Quem somos, de onde
viemos, por quê estamos aqui e para onde vamos são perguntas que vêm sendo feitas há milênios. Mas até agora não se chegou a uma resposta plena, que satis-
faça a todos.
Assim, a Humanidade
encontra-se distante de uma resposta adequada às suas inda-gações existenciais, que a satis-faça e que acalme a ansiedade
e angústia que vivem em cada coração.
Não sabemos, com certeza,
quem é essa entidade espiritual
que habita o corpo físico a que cha-mamos de "humano". Sabemos ape-
nas que esse ser espiritual escolheu o nosso cérebro como sua residência
na Terra. Literalmente, ele está de passagem por este mundo!Não saber de si
mesmo e não possuir uma identidade definida é um sério problema. Por causa disso, as ações humanas são totalmente descompromissadas com a vida planetária em todas as
suas formas.
Afinal, quem não
sabe e nem quer saber de
onde vem e nem para onde vai, como um navio sem leme, não possui qualquer razão para dar valor à sua própria vida e ao mundo em que vive. Alguns
são prisioneiros de si
mesmos.
Em conseqüência, tam-
bém não valorizará qualquer outro ser humano. Dessa forma, o sofrimento espalha-se no plane-ta por culpa de um desencontro da Humanidade com a sua ver-dadeira essência, que é
espiritual.
Portanto, qualquer tentativa
de conciliar a Humanidade com
o mundo em que vive terá, obrigató-
riamente, de passar pela questão da identidade do ser humano, de deter-minar-mos quem ele é. Ou seja,
nós mesmos.
Pois muito do que pen-
samos a nosso próprio respeito
é tão somente o resultado de um
consenso social que nem sempre corresponde à realidade.
Essa identidade a ser
resgatada possui dois aspectos
importantes: de um lado somos
seres físicos, materiais; de ou-
tro, somos seres espirituais.
Os dois aspectos, físico
e espiritual, não formam uma dualidade, mas, isto sim, uma uni-
dade. Vale, porém, apenas para esta vida. Daí a sua importância para o que chamamos de "aqui e agora", pois o corpo, ao final da existência, fica,
mas o espírito segue em sua
jornada cósmica.
A verdadeira identidade
não é a mesma conferida ao indivíduo pelo mundo humano, mas a de natureza cósmica, que
se encontra impressa no âmago de nossa alma, nossa maior preciosidade.
A verdadeira identidade
do ser humano surgiu antes
do nosso nascimento na Terra.
Ela tem a idade do Universo:
bilhões de anos...
Quando o Big Bang
ocorreu, as sementes espiritu-
ais foram espalhadas por todo o Universo. Na Terra, elas floresceram. Mas se não soubermos cui-dar do jardim terrestre, ele acabará...
Precisamos de um corpo
físico temporário para que o espírito,
possuidor de uma essência cósmica e
eterna e cuja identidade desconhecemos, possa passar pela vida terrestre e adqui-
rir, através da experiência sensorial,
novos conhecimentos e aptidões.
Cada conhecimento
adquirido representa mais um
degrau que galgamos em direção à
compreensão do que seja o Univer-
so e qual o nosso papel nesse
caminho.
Na verdade, somos
todos integrantes de
um "TEMPLO:: LUX:.".
O aspecto físico da identidade
é, portanto, fácil de ser demonstrado.
Nosso conhecimento intelectual já nos
ofereceu uma explicação satisfatória,
distante de quaisquer especulações
filosóficas e superstições.
Possuímos, em nossa
constituição física, os mesmos
elementos químicos que formam as
estrelas e planetas. Em sentido amplo,
somos Filhos do Universo; Filhos do
Sol e da Terra, em sentido estrito.
O povo inca nunca duvidou
disso.
"O homem andino passou
a chamar-se Filho do Sol, por-
que seu ideal era ativar o seu ‘Sol Interno’, reconciliando-se com as forças femininas da Pachamama (Mãe Terra) e com as forças masculinas de Viracocha (Grande
Criador)." "O ‘Filho do Sol’ é o
compromisso com a unifica-
ção e o crescimento, um com-
promisso de viver profundamen-
te os seus poderes e de ser tão
brilhante quanto o nascer do Sol." A maior dificuldade em
determinar a nossa identidade
está na parte espiritual. Ou no
plano consciencial, se preferir-
mos o terreno científico.
Tal como o nosso
transitório corpo físico re-
flete a materialidade das estre-
las e planetas, a mente reflete
os princípios cósmicos.
Somos seres mentais.
Sem a nossa mente nada
somos. O que as pessoas preci-
sam saber é que a nossa mente
é, acima de tudo, uma mani-festação de princípios
cósmicos.
Mas os princípios cósmicos
passam pelo mesmo processo por
que passa a luz branca quando atra-
vessa um prisma. A mente atua como
um prisma e divide em muitas par-
tes tais princípios.
É essa partição que gera
no ser humano a sensação de
separatividade. A evolução visa
justamente a reintegração des-
sas partes desconectadas
entre si.
Essa ligação transcendente é,
embora incompleta, a única explicação
satisfatória para a Humanidade. Não po-
demos pensar que a espiritualidade seja
um fenômeno restrito ao planeta
Terra.
Foi a partir dessa visão
que todas as grandes religiões construíram suas bases teológi-cas e doutrinárias. O cristianismo, por exemplo, fala da "queda", que nada mais é do que a
separatividade.
A própria origem
da palavra religião é impor-
tante, pois vem de "religare", ou seja, ao reintegrar o ser humano à sua dimensão cósmica, divina, as práticas religiosas estariam reparando essa "queda".
Contudo, cada uma das
religiões formulou a sua própria
interpretação desse importante fato
cósmico e conforme a cultura em que se
inseria. Porém, todas elas reconheceram
que a resposta estava nos "Céus", em
uma outra dimensão além desta
terrena.
Eis, então, a fonte primária
de todas as discordâncias no terreno
religioso e que tantos problemas ocasio-
nam para o mundo. Cada uma das reli-
giões avocou para si o direito a ser
a única e verdadeira.
Há poucos exemplos
de tolerância na esfera religiosa.
Assim procedendo, tal como acontece
em uma simples equação matemática,
todas se anulam mutuamente,
pois 1 – 1 = zero.
Você já observou o quanto é
monótono um jardim com pouca variedade de plantas? O mesmo é válido para a Humanidade. As dife-renças entre as culturas são como as
flores em um jardim. Elas trazem beleza e sentido ao mundo.
Quando veremos tanta
sabedoria quanto a mostrada
por Sai Baba, o santo indiano, que mostra em seu "brasão" pessoal os símbolos do judaísmo, budismo, is-
lamismo, cristianismo, hinduís-
mo e zoroastrismo?
Um bom exemplo
para aqueles que julgam a
"sua verdade" como a mais importante! É, realmente, um
belo jardim espiritual...
Cabe-nos, então, um
profundo trabalho interior. Te-
remos de corrigir os erros de nos-
sas jornadas, vermos as coisas sob novos prismas e encontrarmos ca-minhos alternativos para as
nossas vidas.
O primeiro resultado
desse trabalho interior é a paz
em nossas vidas. Embora não tenhamos uma resposta completa às nossas indagações, saber que somos filhos do Universo, do Sol ou da Terra, dependendo da am-plitude dos nossos pensamentos,
é um bom começo para acalmar nossos corações.
O segundo resultado
é a sensação de sentir-se inte-grado à Natureza, de fazer parte do todo que nos envolve. Quem alcança este estágio sente uma grande felicidade simplesmente por estar vivo, pelo grande pri-
vilégio de ter nascido neste
planeta.
O terceiro resultado é a
compreensão do que é a vida,
em seus aspectos físicos e espiri-
tuais. Esse entendimento, por sua
vez, leva à aceitação da existência
de mistérios indevassáveis envol-vendo a Criação e, portanto,
nosso ser.
Quem tem paz interior,
consegue integrar-se à Nature-
za e alcança uma boa compreen-são quanto à vida. Torna-se uma pessoa realizada. Poucos de nós chegam a esse estágio. Nesse mo-mento de nossas vidas afloram os princípios de fraternidade, com-paixão e solidariedade.
E por que não chegamos a
esse estágio? Pela simples razão
de ser necessária uma mudança
na maneira de viver.
Saber de si mesmo é
um longo trabalho que exige muito esforço e determinação. Muitos desistem já nos primei-
ros passos, enquanto outros sequer tentam.
Talvez esta seja a
grande missão da Humanidade
neste planeta, pois quem sabe de si
também sabe o que deve ser feito.
Mas, principalmente, o que
não deve...
Embora seja um caminho
livre e aberto para qualquer ser
humano, nem todos o seguem. Muitas
pessoas não só o evitam, mas dele
fogem. Medo de si mesmo?
Provavelmente...
Não tenha medo,
pois há maravilhas nos aguardando. Basta que mude-
mos a nossa maneira de obser-
var o mundo. Quantas coisas novas surgiriam
se nosso padrão de percepções fosse alterado? Os problemas do mundo não seriam apenas uma crise de percepção? Existiria uma mensagem velada para
a Humanidade, apenas esperando
um "novo" ser humano?
O que aconteceria se
olhássemos a nossa própria vida
sob outros prismas? Que imensas e
significativas descobertas faríamos
a nosso próprio respeito?
A maior explosão
do Universo, o Big Bang,
poderá ser suplantada por outra
bem maior: a explosão da consciência, talvez o verdadeiro objetivo desse trabalho cósmico de
bilhões de anos.
Pois, se a tendência do
Universo, conforme os astrofísicos,
é a da entropia, um estado indiferenciado no qual predominariam o frio e
o vazio, a consciência tende justamente ao oposto, cada vez mais expandida, vibrante e intensa.
Pense sempre em si
mesmo como "Filho da Luz", "Filho do Sol" ou "Filho do Universo", que significam " Filho de ADONAI:. " Quando ELE Lhe deu a consciência, também Lhe deu o direito a assumir essa identida-
de, que é uma parte Dele
próprio.
Quando isso acontecer,
a "Mãe Terra" e, junto com ela,
toda a Natureza, ficarão, com cer-
teza, agradecidas. Mais um ser hu-
mano despertou. Um grande acon-
tecimento cósmico. Seu "Cristo Interior", seu "Sol Interior",
surgiu!...
Quando afirmamos, com
determinação e sinceridade de
propósitos, algo que reflita nossa
origem cósmica, o poder disso
é muito grande.
Assim, siga, as palavras ...EU SOU LUZ, através do qual a sua identidade cósmica é afirma-
da em toda a sua plenitude.

Eu Sou Luz!
EU SOU luz, luz resplandecente;
Luz radiante, luz intensificada.
ADONAI:. consome a minha escuridão,
Transmutando-a em luz.
EU SOU um foco do Sol Central.
Através de mim emana um brilho de cristal límpido.
Uma fonte vivente de luz
Que nunca pode ser corrompida
Por pensamentos e sentimentos humanos.
EU SOU um posto avançado do Divino.
A escuridão que serviu de mim é consumida
Pelo poderoso raio de luz que EU SOU!
EU SOU, EU SOU, EU SOU luz.
Eu vivo, eu vivo, eu vivo na luz.
EU SOU a mais completa
dimensão da luz;
EU SOU a mais pura
intenção da Luz.
EU SOU luz, luz, luz.
Jesus o Cristo, homem sábio, MESTRE DE AMOR é a melhor
representação da Luz que
pode vir à tona em cada
ser humano.
O "Cristo Solar" é o
que a nossa limitada com-
preensão pode absorver, por
enquanto, desse Templo:: Lux:.
Pense nesta afirmação:
EU SOU! Quem de nós pode fazer,
com firmeza, tal afirmação? Somente
aqueles que possuírem um senso de
identidade verdadeiramente
cósmica.
Quando acreditamos
nessa identidade cósmica e permitimos que ela faça parte do nosso cotidiano, ou seja, em todos os momentos de nossas vidas, mui-tas coisas boas podem acontecer.
O primeiro presente é o conhecimento; o segundo, a
sabedoria .
Assumindo essa identidade,
você se sentirá em paz consigo
mesmo, em relação à sua família,
seus amigos e colegas de trabalho.
Você estará em paz com toda
Observe e Sinta como as pessoas estão em paz e
harmonia, integradas à natureza e acei-
tando o poder da Luz. Você, com toda
a força de sua alma, também pode
afirmar: "EU SOU, EU SOU, EU SOU!"
Que o Poder da Luz
consiga unir todas as religiões
e filosofias de vida.
Que todos os seres humanos
compreendam que a origem da vida
é o Reino da Luz e que recuperem
a identidade cósmica.
Que todos os "Filhos da Luz", os "Filhos
do Sol", sejam os portadores e disseminadores dessa Verdade e que lutem, incansavelmente, por um mundo melhor.
Tudo o que aqui está registrado faz parte da herança
cultural que pertence a todos seres humanos, independente-
mente de raça, credo ou condição social, dentro do princípio
fundamental de que fazemos parte de uma
só família planetária.
Cada um de nós tem o direito e o dever de contribuir
para um mundo melhor.

Agradeço aos Mestres da Luz . Agradeço
pelas transformações pessoais que estão acontecendo.
Que a Luz continue presente em nossas vidas e
clareando todos os caminhos.

Que o Sol sempre brilhe em nossas vidas!
Ensinamentos Universais
postados aqui pela ORD::

M:.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Reflexão e observância

O QUE É A VERDADE?

1. Novamente os doze juntaram-se no círculo das palmeiras, e um deles Tomás disse para outro, o que é Verdade?
Pois algumas coisas parecem diferentes para mentes diferentes, e mesmo para a mesma mente em tempos diferentes.
O que é então, a Verdade?
2. E enquanto eles iam falando Jesus apareceu no meio deles e disse,
Verdade, uma e absoluta, está em Deus somente, porque nenhum homem, nem nenhum corpo de homem, sabe aquilo que só Deus unicamente sabe, o qual é Tudo em Todos.

Aos homens é a Verdade revelada, de acordo com as suas capacidades de entendimento e de receber.

3. A Verdade única tem muitas faces, uma pessoa vê um lado apenas, um outro vê outro, e alguns vêem mais do que outros, de acordo com o que lhes foi dado.

4. Reparem neste cristal: como uma só luz se manifesta em doze faces, sim quatro vezes doze, e cada face reflecte um raio de luz, e uma pessoa vê uma face e outra vê uma outra, mas é só um cristal e uma só luz que brilha em todas.

5. Reparem de novo, quando alguém sobe uma montanha e alcança o cume, ele diz, aquilo é o topo da montanha, vamos alcança-lo, e quando eles o alcançam, oh, eles vêem um outro mais adiante, que antes de alcançar o cume não era visto, só possível depois de o alcançarem.

6. Assim é com a Verdade. Eu Sou a Verdade o Caminho e a Vida, e dei-vos a Verdade que recebi do Alto. E a qual foi vista e recebida por um, e não foi vista e recebida por outro. Aquela que pareceu verdadeira para alguns, e que pareceu falsa para outros. Aqueles que estão no vale não vêem como aqueles que estão no topo da montanha.

7. Mas para cada um, é a Verdade tal como a sua mente a vê, e em cada tempo, a mais alta Verdade tem sido revelada da mesma forma: e à alma que recebe a Luz mais alta, ser-lhe-á dada mais Luz. Em qualquer caso não condenem os outros, para que vós próprios não sejais condenados.

8. Tal como mantiverem a sagrada Lei do Amor, a qual eu vos trouxe, assim será a Verdade revelada mais e mais a vós, e o Espirito da Verdade o qual vem do Alto guiar-vos-á, até e através de muitas maravilhas, por todas as Verdades.

9. Mantenham a fé na Luz que têm, até que luz mais alta vos seja dada. Procurem mais luz, e tê-la-ão em abundância, não descansem, até que a encontrem.

10. Deus deu-vos toda a Verdade, como uma escada com muitos degraus, para a salvação e perfeição da alma, e a verdade que vos faz sentido hoje, abandoná-la-ás pela mais alta verdade amanhã, elevando-vos até à Perfeição.

11. Quem quer que mantiver a sagrada Lei que tenho dado, os mesmos salvarão a sua alma, independentemente da forma como vejam a verdade que eu lhes trouxe.

12. Muitos dirão para mim, Senhor, Senhor, nós temos sido zelosos da verdade.
Mas Eu dir-lhes-ei, não, mas, esses outros poderão ver como vós vedes, e nenhuma verdade alem dessa.
Fé sem caridade é morte.
Amor é o cumprimento da Lei.

13. De que forma a fé naquilo que eles recebem os impulsionará no caminho certo?
Aqueles que têm amor, têm todas as coisas, e sem amor não há nada que prospere.
Deixem cada um praticar aquilo que eles entendem ser a verdade em amor, sabendo que onde não há amor, a verdade é letra morta e nada aproveita.

14. Nele reside a Bondade, a Verdade, e a Beleza, mas a maior delas é a Bondade. Se alguém tem ódio para com o seu próximo, e endurece o seu coração para as criaturas que estão nas mãos de Deus, como poderá ele ver a Verdade que salva; vendo os seus olhos estão cegos e os seus corações estão endurecidos para a criação de Deus.
15. Tal como Eu recebi a Verdade, assim vo-la dei. Deixem a cada recebê-la de acordo com a sua luz e habilidade para entender, e não persigam aquele que a recebe com uma diferente interpretação.
16. A Verdade é a Vontade de Deus, e ela prevalecerá no fim de todos os erros.
Mas a sagrada Lei que Eu vos dei é clara para todos, e justa e boa.
Deixem a todos observá-la para salvação das suas almas.


ESTE FUNDAMENTO, ESTA EM PROL DAQUELES QUE BUSCAM, SER LIVRES DA IGNORANCIA ......E FOCAM .....O SABER .. E SE TORNAM SERES HUMANOS ACEITOS...


M:.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

COGITO ERGO SUN

O PRINCÍPIO de uma mente operante se dá na sua FORÇA suprema, constituída por natureza e originalizada no LOGOS.
Assim sendo:
COGITO ERGO SUM
Para mim uma lógica na filosofia é que não se aprende filosofia, e sim a pensar filosoficamente. Partindo deste pressuposto a conclusão de Descartes é inequívoca.Em poucas palavras é difícil "provar".
No final da "Geometria",obra de 1637, Descartes afirma:
"Em matéria de progressões matemáticas, quando se tem os dois ou três primeiros termos, não é difícil encontrar os outros".
A partir do campo matemático, Descartes tende a ver o desconhecido como um termo ignorado, mas que será necessariamente descoberto desde que, a partir do já conhecido, seja construída uma "cadeia de razões" que a ele conduza.
O importante é que só se considere como verdadeiro o que for evidente, ou seja, o que for intuível com clareza e precisão. Mas nem sempre é assim, daí outros preceitos metodológicos complementares (preceito da análise e o da síntese) para tentar os preceitos mais complexos ( o da enumeração).
O intuito de tudo isto é um alvo real - é o que parece mostrar no "Discurso do Método e da Meditações", em que a exacerbação da dúvida, por via da hipótese, coloca em xeque a objetividade do conhecimento científico.
Se da máxima incerteza desponta uma primeira certeza - "Se duvido, penso" -, esta é ainda, contudo, uma certeza a respeito da própria subjetividade ("penso").

Nada fica até aí garantido a respeito de qualquer realidade exterior ao pensamento. Todavia, já é um primeiro elo na cadeia das razões - e basta uma primeira certeza plena para que a "ordem natural" faça jorrar luz sobre o que até então permanecia desconhecido. Isto leva à inevitável explicação do que está contido no "Se duvido, penso". Leva ao "Cogito": "Penso, logo existo"
(Cogito ergo sum).
Na ORGANIZAÇÃO CENTRO DAVIDA- COSMO- BIO -LÓGICA ,......O COMEÇO DE UMA AUTO- CONSCIENCIA É O DESPERTAR PARA O LOGOS.
autor do texto
AUR M:.