sábado, 28 de março de 2015

INDIVIDUAÇÃO OU INDIVIDUALIZAÇÃO???

O QUE NOS TORNA MAIS CONSCIENTES E EVOLUÍDOS?


- DEVEMOS SER MAIS ATUANTES E MADUROS DE ACORDO COM NOSSA CAPACIDADE DE TOMAR CONSCIÊNCIA, DAS NOSSAS DIFICULDADES DE INTEGRAÇÃO, ELEVANDO-NOS AO PROCESSO DE INDIVIDUAÇÃO PLENA.

M.'.

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 O QUE É INDIVIDUAÇÃO?

Individuação, princípio de individualização, ou "principium individuationis"(em latim, de individual, que por sua vez proveniente de "individuus": indivisível),1 descreve a maneira pela qual uma coisa é identificado como distinguida de outras coisas.2 . O conceito aparece em numerosos campos e é encontrado em obras Carl Jung, Gilbert Simondon, Bernard Stiegler, Friedrich Nietzsche, Arthur Schopenhauer, David Bohm, Henri Bergson, Gilles Deleuze e Manuel De Landa.
A palavra "individuação" é utilizado de forma diferente na filosofia em relação a psicologia junguiana.
Na filosofia
É expressada a ideia geral de o objeto referenciado sendo identificado como algo individual, logo "não sendo outra coisa." Isso inclui como uma pessoa una é realizada para ser diferente dos outros elementos do mundo e como ela se distingue de outras pessoas.
Na psicologia junguiana
Na psicologia junguiana , também chamado de psicologia analítica , se expressa o processo em que o “eu” individual se desenvolve a partir de um inconsciente indiferenciado. É um desenvolvimento do processo psíquico durante o qual elementos inatos da personalidade, os componentes da imatura psique, e as experiências da vida da pessoa se integram ao longo do tempo em um todo, onde funcione bem.
A individuação, conforme descrita por Jung, é um processo através do qual o ser humano evolui de um estado infantil de identificação para um estado de maior diferenciação, o que implica uma ampliação da consciência. Através desse processo, o indivíduo identifica-se menos com as condutas e valores encorajados pelo meio no qual se encontra e mais com as orientações emanadas do Si - mesmo, a totalidade (entenda-se totalidade como o conjunto das instâncias psíquicas sugeridas por Carl Jung, tais como persona, sombra, self, etc.) de sua personalidade individual. Jung entende que o atingimento da consciência dessa totalidade é a meta de desenvolvimento da psique, e que eventuais resistências em permitir o desenrolar natural do processo de individuação é uma das causas do sofrimento e da doença psíquica, uma vez que o inconsciente tenta compensar a unilateralidade do indivíduo através do princípio da enantiodromia.
Jung ressaltou que o processo de individuação não entra em conflito com a norma coletiva do meio no qual o indivíduo se encontra, uma vez que esse processo, no seu entendimento, tem como condição para ocorrer que o ser humano tenha conseguido adaptar-se e inserir-se com sucesso dentro de seu ambiente, tornando-se um membro ativo de sua comunidade. O psicólogo suíço afirmou que poucos indivíduos alcançavam a meta da individuação de forma mais ampla.
Um dos passos necessários para a individuação seria a assimilação das quatro funções (sensação, pensamento, intuição e sentimento), conceitos definidos por Jung em sua teoria dos tipos psicológicos. Em seus estudos sobre a alquimia, Jung identificou a meta da individuação como sendo equivalente à "Opus Magna", ou "Grande Obra" dos alquimistas. A individuação também pode ser compreendida em termos globais como o processo que cria o mundo e o leva a seu destino (Rocha Filho, 2007)[vago], não sendo, por isso, uma exclusividade humana. A individuação, neste contexto, se identifica com o mecanismo de auto-realização, ou primeiro-motor do universo.
De acordo com Samuel Mateus, e numa formulação próxima dos Estudos em Comunicação, "Tomar o indivíduo segundo as formas de individuação significa, assim, a capacidade de incluir a singularidade na pluralidade (e vice-versa), bem como de assimilar uma diversidade de manifestações heterogéneas - por vezes incoerentes entre si - num todo aglutinante que molda a auto-consciência individual. Significa também incorporar modos de interpretação do indivíduo fundados nas relações tensionais, interdependentes e imprevísiveis operadas entre um indivíduo que oscila entre a singularidade e a pluralidade, entre um pólo individual e um pólo social" .
Esta última perpectiva trabalha o conceito de individuação a partir da Sociologia tendo uma clara filiação nos trabalhos de Georg Simmel e Norbert Elias