domingo, 8 de maio de 2016

Olá amigos,
Eu sou o responsável pelas postagens, pelo blog, pela ideia e por tudo que envolve essa dinâmica usual e prática..da COSMO - BIO - LÓGICA ( não cosmobiologia). sim ..eu, em momento de inspiração, senti através de minha percepção extra sensorial..uma canalização, o despertar, a revelação...e com isso purifiquei-me..e meus pensamentos se cristalizaram em iluminação...eu sou um ILUMINADO....tenho plena consciência de tudo..e sei o que esta a frente ..e atrás de minhas vidas e com isso...entrei em um estado quântico, de supra consciência...visionário e empreendedor nos caminhos da auto-cosmo- bio- lógica de ser..uma filosofia de vida, adquirida e colocada a disposição de todos.
faz sentido sim..o que digo, pois a plenitude e exaltação de si próprio é um sintoma saudável.. todos temos esta oportunidade de ser plenos e exaltados a seres iluminados. .mas a auto -estima do ser humano é SABOTADA constantemente...e com isso..deixa a desejar em muitos planos de vida a sua experiencia, de ser supremo e dono de suas razões e destino. acaba sendo banalizado por si mesmo..deprime-se, e fica a mercê dos rapineiros e embusteiros manipuladores de mentes...longe de mim citar quem são....mas de minha parte,..... podem ter certeza...estarei pronto e de portas abertas pra ajuda-los a encontrar uma saida em suas vidas....estilhaçadas, e devoradas..pelos sugadores de mentes...hackers..de voracidade descomunal....que sempre estão a espreita pra tirar-lhes o direito de opinião própria, tolher
, e punir...voces.... sistematizar a culpa, e embutir o sentimentalismo barato e dramático da condição humana mundo afora. institucionalizaram...esse drama humano em todos os sentidos e potencializaram a sua dor e tristeza de um vazio profundo e sem dimensões...
agora falarei como e o porque disso tudo.
o fator principal...é a ignorância ...social e o descontrole de suas funções como seres racionais, e sem objetivo real...na busca de sua auto-identificação...como seres de uma criação unica e dotados de elementos da natureza constituída. a abrangência de tudo isso , é COSMO- BIO - LÓGICO...
Pense e logo existirá...esse foi uma refrão criado por DESCARTES, ou seja, COGITO ERGO SUN!!!
O PRINCIPIO DE TODA A MERDA INSTITUCIONALIZADA NA CIVILIZAÇÃO E COMUNIDADES SOCIAIS.. A RIDICULARIZAÇÃO DOS DESTITUÍDOS..HOMO SAPIENS. ISSO É UM PROCESSO A '''MILI ANOS''' ..DE CAOS..ABSOLUTO... SEM ORDEM CONSTITUÍDA... OU SEJA .... SOMENTE A ILUSÃO DE EXISTIR...DESSA TAL ORDEM.
ESTAMOS NUM PROFUNDO CAOS..E DESGOVERNADOS ...AO FIM DA NOSSA EXISTÊNCIA . PELOS NOSSOS PRÓPRIOS ATOS ...DE CONSUMO E CAPITALISMO URBANO SELVAGEM.
PORTANTO SEM EUFEMISMO, NEM PROSELITISMO, MUITO MENOS APOLOGIA AO FIM DO MUNDO...E CATÁSTROFES INTER ESTELARES...ETC...ETAL.
A COSMO-BIO-LÓGICA LEVANTA A BANDEIRA DE
'''''NOVA ORDEM DO 3° MILÊNIOS JÁ!!!! ''''
OU SEJA...VAMOS NOS ORIENTAR NUMA SINTONIA UNICA E HARMONIOSA ...FORMATANDO UMA CULTURA DE PENSAMENTOS LIMPOS E DESLIGADOS DO SISTEMA OPRESSOR..DA ALUCINADA ...NOVA ORDEM MUNDIAL..E EXTREMISTA DE UM GRUPO DOMINANTE...COMO ''AS 13 FAMILIAS", OS ILLUMINATTIS, E TUDO QUE SE COLOCA NESSA CONDIÇÃO DE DOMÍNIO PÚBLICO..E PODER ABSOLUTO ..NA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO SUBLIMINAR..DE HIPNOSE SOCIAL CONSTITUÍDA. A FAMOSA REDE DE ALDEIA GLOBAL.. E VAMOS USAR DESTES MECANISMOS PRA SE LIBERTAR.... DESLIGUE-SE COMO NO FILME '''MATRIX''' E VA AO ENCONTRO DE SI MESMO....MEDITE FUNDO ..E SIGA A VOZ DE SEU CORAÇÃO SEM DEIXAR A LÓGICA RACIONALIZADA..ATUAR SOBRE TUAS REFLEXÕES....
COMECE POR AI... QUESTIONE TUDO, E VIVA INTENSAMENTE..O ATO DO ÓCIO. DE SER PLENO. E ATUANTE NA VIDA EM INTEGRAÇÃO COM A NATUREZA. COMPARTILHE , UNA-SE E TENHA AMOR EM TUDO E POR TODOS.
ESSA É NOSSA MENSAGEM....''''NOSSA'''.... DE EU E VOCES...POIS EU ACREDITO NESSA REALIDADE, CONTO COM VOCES!!! CASO CONTRÁRIO SEREI EU MAIS UM LOUCO..QUE SE DIZ SER UM PROFETA!!!
NA REAL...SEJA COMO FOR...EU ESTOU FELIZ....APRENDI QUE DEPENDO SOMENTE DE UMA COISA.... DA VIDA E DE SER PLENO EM VIVER...SEM PASSADO E NEM FUTURO....
SOMENTE O AQUI E AGORA.....EM TOTAL RESSONÂNCIA COM O COSMOS, A BIO VIDA...E MENTALMENTE ..LÓGICO NA MINHA RAZÃO!!!
SIM..EU SOU O QUE ACREDITA NISSO...EU ESCREVO E PRATICO ISSO..... E VOCE??? QUE FARÁ?

Drops da alma, Projeto Free Mind....... by MELOS.'.

PROJETO FREE MIND  - COSMO.BIO.LÓGICA
by    Aur Mikhael Lux.'.   -   (  Antonnio Melos )


DROPS da ALMA
EU SOU,    a fonte da Matrix, onde todos os hologramas e ''chipagens ''  são condicionados e convertidos em  felicidade pessoal. Com isso, torno-me parte do coletivo, e assim o universo entra em desencanto e a iluminação acontece.            


Um novo horizonte, descortina-se a minha frente, onde a causa primordial de tal  conceito é a formatação de um ciclo aquariano e cheio de nuances com pitadas de uma nova concepção de alma e corpo, refletindo num espírito livre de dogmas e grilhões de manipulações mentais.

O belo é ser feliz, e saber SER e VIVER.

Com essa máxima acima, entro numa digressão elucidativa sobre o processo de cura, sem terapia analítica, sem traumas de tratamentos psicológicos, e sem tanta outras vias e formas de aliviar o sofrimento da alma e do corpo.

No intuito de refazer caminhos sem muita formalidade, nem fanatismos religiosos e ou de ''nova era espiritual'' . Apenas, papo aberto, olho no olho,  ouvidos que ouvem e alma que sente. Tal proposta é de simplicidade humanamente logosófica, sem ser da logosofia seu original embasamento, pois tudo esta conectado, e quando nos tornamos libertos das amarras dos conceitos pré ditosos, percebemos o vasto banco de dados que nos abre a frente um universo em desencanto.

Logosofia, sim é um processo filosófico e humanista de grande valor,...mas o que estou elaborando e colocando em prática é de ordem atualizada em formas e meios de linguagem aplicada dentro de um universo em desmembramentos e desconexões do ego e da alma, onde assim atinge o âmago  do ser.

O caos emocional, a desmitificação da pachorra cooperativista, o aziago convencional de culpas e infelicidades, a desventura egoica de infaustos humanos, nas suas nefastas trans-relações fúteis de ocasionais embotamentos psico-cosmo-bio-lógicos.
A abrangência de tal procedimento é libertador quando se coloca isso na mesa , de uma forma coloquial sem a apegada caricatura do doente da alma, mente e coração, depressivo e infame ser conceituado e crucificado pelos ''normais'' sobreviventes da colonia selvagem do sistema repressor e manipulativo, nessa hipnótica aldeia global.O imenso e explosivo potencial de crescimento dessas áreas torna o conhecimento amplo e interdisciplinar sobre os processos emocionais ainda mais valioso e necessário para que sejamos capazes de evitar os muitos riscos envolvidos no fantástico empreendimento científico da era contemporânea. Com o crescimento exponencial da população e dos meios de comunicação,  estaremos cada vez mais próximos uns dos outros  e mais expostos uns aos outros.
A evolução biológica da humanidade não segue mais, se é que jamais ficou restrita a elas, as leis cegas da biologia neodarwinista (seleção natural, sobrevivência do mais apto, mutações genéticas randômicas etc.). Nós definitivamente a estamos tomando em nossas mãos e cada vez somos mais capazes de escolher conscientemente seu rumo. Não há mais volta diante da engenharia genética, clonagem, nanotecnologia, psicofarmacologia e tantos outros avanços científicos, terapias de varios tipos e nomenclaturas, etc.
A regulagem emocional das relações interpessoais  não pode mais se basear num estilo que funcionou apenas muito precariamente no passado, como  demonstram com trágica eloquência os  desacertos responsáveis pelo procedimento tradicional de abater o desgaste de um sentimento, e da alma em senti-la.
Outra conseqüência  direta de tal conceito, correlata a tudo que se tem feito,  encontra-se na dupla forma que assumem os  tratamentos para os distúrbios emocionais. De um lado,  temos aqueles que atuam sobre o corpo para conseguir um efeito no estado psicoemocional e,  de outro,  os que atuam no plano psicoemocional  para conseguir um efeito no corpo. No primeiro caso  encontram-se as drogas psiquiátricas, cujo sucesso nas últimas décadas levou a uma predominância quase absoluta do tratamento  psicofarmacológico sobre os vários métodos  físicos usados anteriormente tanto para os distúrbios emocionais comuns, como para os transtornos mais amplos e mais graves relacionados às psicoses (eletrochoque,  lobotomia, insulinoterapia, etc.).   No segundo caso, temos as  terapias verbais, como as cognitivas,  as psicodinâmicas/analíticas, as existenciais, etc. Situadas entre essas duas formas encontramos uma variada série de combinações, como as terapias psico corporais e alguns tipos de  arteterapia,  que utilizam  atividades físicas e intervenções psicológicas.

Hoje, podemos ver atualidades, em meios empíricos de desdobramentos e novidades humanistas e regojizados, na sua expansão de esperanças. O caminho dessa jornada é a crença em SER e VIVER , sem dogmas, conceitos pré- formados, eufemismos aplicados ao embuste, enfim sem  tramas e formas de linguagem fraudulentas.
O  desdobramento da oportunidade em questão, é o encaminhamento de um interesse descomprometido com o formal em tratamentos psicológicos, terapias, cursos, formações alternativas, e vivências desconcertantes de eventos em geral com abordagem pseudo-religiosos- e afins.
A caricatura das personas, e a formação de amansadores de ego, é hoje, um balaio de gatos e conchavos de uma faixa de empregos e centros de tratamentos humanos paliativos e  enchedores de linguiça, nas mentes de todos os incautos, que estão numa roda viva, em busca de um norte para as suas vidas.
 A oferta é submissa a procura desmantelada da verdade, e ficam apenas nos convencionais efeitos colaterais de bem estar, com pouca duração.
Concluindo, digo: O belo é ser feliz, e SER é VIVER. ( O belo é ser feliz, e saber SER e VIVER.)
Tal alteração na concordância de tal simbiose na frase, não é apenas um fato literário ou didático.
É tão somente, uma constatação efetiva e eficiente nessa proposta arrebatadora e conclusiva.

Somos um produto de uma ordem que veio do caos, e sempre se mantém num equilíbrio, mesmo quando a catarse funcional é necessária.





O procedimento aplicado e suas causas na questão de envolvimento com a metodologia e prática,tem como base o formato da neuro-percepção e a motivação da condição cerebral cognitiva.
Onde estrutura-se o embasamento de uma nova frente de ação, aos cataclismos da dor e da infelicidade,  pois esses fatores corroboram com o fluxo e refluxo da energia circundante, em todo nosso sistema neuro-cerebral e orgânico.

Tal energia, muito conhecida nas escolas orientais e indianas. ex: tai chi chuan, karatê, etc.....e yoga, e sistemas de desenvolvimentos mental-físicos de nossa civilização mais contemporânea . Lembrando, que o ato de respirar, e absorver a energia, tem uma dicotomia cultural, um mantem você vivo...o outro energiza toda sua demanda de mente-emoções-alma- corpo.

Há muitos nomes para tal energia, alguns chamam de chi, vital, cósmica, divina, taquiônica, etc...sendo  a mais trabalhada como um conceito milenar de  prânica, que todos yogues conhecem.

Assumidamente, destacamos nosso lumiar a essa tendência atuante e inovadora, chamando-a  de cosmo.bio.lógica, onde suas frequências sintonizam-se em elevados estados multi-dimensionais de consciência.
Com isso,  suas  leituras de cunho bio-energético, vibram ao longo de nosso corpo, na tão fadada e famosa árvore da vida e do conhecimento, a kabala dimensional,..com os chakras principais, forjando um esplendor de supra sumo.  A iluminação e fusão com o todo, num orgásmico sentimento de felicidade plena. Muitos o atingem em frutíferas e bem complexas sessões de sexo tântrico, e com devoção a sua troca equacionada no amor maior entre duas partes que se completam.

Abordamos aqui, a simbiose do enlace das energias bi-polares, yin e yang. Valorizamos assim, a eloquência da osmose, no aprendizado para tal, onde vivências do cotidiano cristalizam tais formatações psico-cosmo.bio.lógicas.

Lembramos que cosmobiologia, não tem referência aplicada a Cosmo.Bio.Lógica

A Cosmobiologia se empenha em demonstrar a existência de um íntimo relacionamento entre todos os planos da natureza: mineral, vegetal, animal, humano, planetário, solar e galáctico. Como processo de autoconhecimento e de transformação, nos permite compreender a experiência humana que é essencialmente dual. É a mais antiga tentativa de integrar a dualidade entre a ordem celeste e a aparente desordem terrestre. No céu todos os acontecimentos são regulares, periódicos e esperados. Na superfície da Terra há um relativo caos, emoções imprevisíveis, conflitos irracionais, crises inesperadas, guerras e pestes. 

Cada átomo ou molécula que compõe este planeta tem sua própria forma de consciência e a estrutura planetária é formada da associação consciente e cooperativa entre os átomos e as moléculas. Os sentimentos são parte do meio ambiente, assim como as árvores. Eles dependem também do sistema nervoso e de sua relação com a realidade física. Eles atuam diretamente sobre o tempo. 


Cosmo.bio.lógica, é simplesmente tudo isso e um detalhe a mais, pois flui numa corrente humanista e ao mesmo tempo científica, vê no horizonte a nobreza da vida e  deslumbra a jornada diante de seus olhos, num '''close'' angelical.
Defende a racionalidade, em todos os aspectos da vida, com a certeza de que tudo é criado, para sermos felizes e evoluir nessa demanda de SABER,  SER e VIVER, para SER É VIVER  aqui e agora.

O conceito psico-cosmo-bio-lógico, é aqui apresentado como uma contribuição revolucionária e características tais como:  empírica, auto-didática e funcional, dentro  do que sempre  foi freqüentemente invocado para explicar a relação mente/corpo.

Cosmo =  TODO = universo     "tudo o que já foi, tudo o que é e tudo que será".

Bio =  vida, um termo de origem grega utilizado em palavras que tenham alguma relação com o ser vivo

Lógica = É a organização coerente e estruturada do pensamento, é o raciocínio ordenado; a capacidade de relacionar as ideias de forma consciente e encadeada do que se desejar expor, expressar com palavras ou não; a capacidade racional e clara de expressar as ideias ou algo de forma que se compreenda sem dar vazão a ambiguidade. Raciocínio lógico; a harmonia entre o pensamento e a ação.


O horizonte de um olhar, com olho de hórus, o que tudo vê.
O inflamável discernimento e a utopia analítica de que precisamos sempre ser bonzinhos e corretos, é um canal de fuga e dispendiosa energia vital e psíquica, quando as picuinhas de nossas vidas e relacionamentos se encontram em ''D.R.'' intermináveis, e afronta-nos em espelhos de alma embaçados pelo descrédito da auto baixa estima.

O movimento tem em sua tese aplicativa , uma performance natural e com o encontro marcado no tempo e espaço pleno de ser humano, pelo simples fato de se-lo., e num estado abençoado de encontra-lo.
Com isso, o  que mais enfatiza tal conexão, e a realidade das coisas, esta na sua simplicidade de aceita-las.

Conectar-se com a fonte do nosso originário estado embrionário, maternal e orgástico SER, e VIVER sem medo de ser feliz, mesmo tendo suas dificuldades, obstáculos, traumas e psicossomáticos embates num círculo vicioso de aprovação, que escraviza a mente, enfraquece a alma e congestiona a energia fluídica vital de nosso corpo, gerando doenças em vários níveis e aprofundamentos e problemas morais, sociais e  políticas de relacionamentos em geral.



O aprimoramento, seguiu-se, em anos de pesquisa, vivências, formações alternativas, jornadas de sobrevivência, inclusão em vários seguimentos,  eventos multi-religiosos,  sociedades  secretas de cunho herméticos, e tendo como base a formação de instrutor de yoga,   na PUC-POA-RS a 30 anos atrás, numa trajetória humana e espiritual, até a essa apoteose de SER ''''É ''''VIVER.

Como, argumentos plagiados, a esta tese e dialética empírica e didática, anexei abaixo alguns pontos de coesão e defesa de tal contribuição que ofereço em forma de um inovador trabalho psico- cosmo-bio-lógico o qual chamo de Projeto  Free - Mind .



O acréscimo de afirmações, feitas por muitos dos autores que reconhecidamente  contribuíram para a constituição da psicologia moderna. Dentre os mais conhecidos, podemos citar William James, Kofka, Bechterev, Dunbar, Ribot e Claparède. James Hillman (1998)  fez um levantamento detalhado das diversas conceituações destes e de outros autores, expondo uma convergência essencial entre eles: todos vêem mente e corpo como uma unidade.

Isto não significa que o que acontece na mente seja idêntico ao que acontece no corpo ou no cérebro, pois a dimensão psíquica apresenta características próprias, únicas, emergentes. Mas físico e psíquico formam uma  unidade, variam em conjunto, são manifestações psico-cosmo-bio-lógicos. Porque as implicações do princípio da Cosmo.Bio.Lógica são de extrema  importância, antes de enunciá-lo de  forma sintética, vejamos como aqueles autores abordaram a questão.

Koffka:
O sentimento subjetivo e a observação objetiva do comportamento ou das manifestações fisiológicas demonstram uma concordância total. Isto é fundamental para nossa teoria das emoções. Se não houvesse tal concordância, se nós pudéssemos nos sentir excitados enquanto o nosso campo psicofísico estivesse... calmo.... nossa teoria das emoções e, de fato,  toda nossa psicologia  teria  de ser completamente diferente. Elas então certamente não seriam isomórficas, mas acontece que os fatos dão apoio à concepção isomórfica.
Bechterev:
A reflexologia concebe os estados emocionais como reflexos somato-miméticos em que os aspectos subjetivos e objetivos representam um e o mesmo processo indivisível.
Dunbar:
A teoria organísmica fornece o conceito fundamental em medicina psicossomática.... a idéia de que o psíquico e o somático não constituem dois universos diferentes, mas o mesmo visto a partir de abordagens diferentes.
Ribot:
Nenhum estado de consciência pode ser dissociado de suas condições físicas; eles constituem uma totalidade natural, que deve ser estudada como tal. Cada emoção deve ser considerada dessa forma: tudo aquilo que é objetivamente expressado por movimentos da face e do corpo, por modificações vaso-motoras, respiratórias e secretórias é expressado subjetivamente por um estado de consciência correlato.... Trata-se de uma ocorrência única expressada em duas linguagens. 

Ribot chama a atenção ainda para o fato de que não se trata de uma relação de causa e efeito. Não é que as  manifestações físicas sejam a causa da emoção, mas sim que estamos diante de uma composição análoga e unitária entre duas ordens de eventos, uma chamada de mental e outra de física.
William James:
Minha teoria é que as mudanças corporais ocorrem logo em seguida à percepção do fato excitante e que nosso sentimento dessas mesmas  mudanças no momento em que elas ocorrem é a emoção.

O  conceito de James constituiu um corte radical com as idéias comuns sobre as emoções, pois  ele mostrou que  emoção não era uma causa puramente abstrata (psíquica) das modificações corporais (e do comportamento). Usualmente as pessoas dizem: enrubesci porque fiquei com vergonha,  tremi porque estava com medo, etc.. James dizia, ao contrário, que o sentimento não é a causa dessas modificações, mas apenas a percepção subjetiva delas. A emoção é  efeito do fato excitante; as mudanças fisiológicas seguem-se imediatamente ao fato. Assim, seria mais correto dizer: eu tenho medo porque tremo,  ou tenho vergonha porque enrubesço. Na realidade, para sermos rigorosamente  corretos devemos dizer  que a consciência do enrubescimento (e das várias outras modificações corporais concomitantes) é o sentimento de vergonha. Para William James,   a emoção é o sentimento e as mudanças no corpo ocorrendo juntos num  mesmo momento.

A teoria de James vem do final do século XIX. Como um outro autor, Lange, chegara independentemente a uma conclusão semelhante, a teoria ficou conhecida como de James-Lange. Algumas  décadas depois ela foi criticada pelos fisiologistas Cannon e Bard, que levantaram várias objeções à hipótese de James – chamada de periférica,  porque considerava as modificações fisiológicas como o elemento essencial –  e propuseram uma teoria central, segundo a qual  o tálamo e outros elementos cerebrais centrais seriam responsáveis pela emoção, enviando simultaneamente estímulos para cima, criando assim o sentimento subjetivo,  e para baixo, produzindo as modificações corporais periféricas.

De acordo com  Cannon, as modificações viscerais periféricas seriam indiferenciadas. Ele apresentou diversos dados  indicativos de que James e Lange estariam errados ao supor que as mudanças fisiológicas seriam suficientes para diferenciar um estado emocional de outro. Por exemplo, em animais, separar as vísceras do sistema nervoso não parecia alterar o comportamento emocional; as modificações viscerais ocorrem  muito lentamente para serem a fonte de emoções; a indução artificial (com adrenalina, por exemplo) de modificações viscerais, típicas de emoções fortes,  não era suficiente para induzi-las, etc. A  teoria de Cannon-Bard predominou até o final da década de setenta e exerceu grande influência em muitas áreas da psicologia.

A disputa entre as duas teorias durou muito, com longos e tortuosos arrazoados, provas e contraprovas experimentais, erros, correções e, como quase sempre, uma boa dose  de surpresas. Ela foi recentemente descrita por Cornelius (1996) e um de seus episódios merece ser relatado,  pela nitidez com que ilustra certas dificuldades e  armadilhas inerentes ao trabalho de pesquisa  nas ciências humanas.

Cannon argumentava que animais  cujo sistema nervoso simpático (responsável pela inervação das vísceras) tinha sido cirurgicamente separado do cérebro, ainda apresentavam um comportamento emocional. Somada a outras indicações, esta parecia confirmar a teoria central de Cannon. Se,  sem receber informações sobre as vísceras,  o animal ainda reagia emocionalmente, a emoção deveria ser produzida primariamente no cérebro. Mas uma questão permanecia: comportamento emocional não é o mesmo que experiência emocional. Como saber se aqueles animais continuavam tendo uma experiência emocional?  Uma forma de dirimir a dúvida seria examinar pessoas que tivessem tido acidentalmente  as conexões entre as vísceras e o cérebro interrompidas.

Em 1959, um pesquisador (McKelligott) fez exatamente isso: estudou as reações emocionais de um grupo de homens paraplégicos. A partir dos  relatos deles, conseguidos numa série de entrevistas, concluiu que não havia quase nenhuma diferença entre suas experiências emocionais antes e depois das lesões na medula espinhal, lesões que necessariamente  diminuíam suas sensações viscerais. De novo, esses resultados pareciam confirmar a hipótese de Cannon.

Anos mais tarde, entretanto, outro pesquisador  (Hohmann, 1966) ampliou e repetiu  essencialmente o mesmo estudo,  incluindo muitos dos participantes da pesquisa anterior. Através de entrevistas estruturadas, Hohmann solicitou aos sujeitos que comparassem suas experiências  de medo, raiva, tristeza, sentimentalismo e excitação sexual anteriores às  lesões  com as posteriores.

Surpreendentemente, contrariando os resultados de McKelligott, Hohmann descobriu que a grande maioria dos participantes relatava ter experimentado uma marcante diminuição em seus sentimentos após as lesões. Além disso, o local da lesão na medula espinhal apresentava uma correlação significativa com o grau de diminuição de raiva e de medo. Aqueles com lesões na parte superior da medula (e que portanto eliminavam uma quantidade maior de sensações corporais) também relatavam uma maior diminuição de sentimentos  do que os que tinham sofrido a lesão na parte inferior. Todos relataram decréscimo dos sentimentos ligados à sexualidade  e todos, principalmente aqueles  com lesão superior, descreveram suas emoções como qualitativamente diferentes do que sentiam antes. As emoções pós-lesão foram caracterizadas como mais “mentais” ou mais “frias”. Alguns relataram que ainda expressavam a raiva gritando e fechando a cara, porque sabiam que,  se não agissem assim de vez em quando,  as pessoas tenderiam a se aproveitar deles. Mas acrescentavam que ela “não tinha o mesmo calor de antes, era uma raiva fria, mais mental”.

Os dados obtidos por  Hohmann levaram à conclusão de que o feedback das vísceras realmente tem um papel importante na experiência da emoção, dando suporte à teoria de James. Mas o que tinha acontecido na pesquisa anterior? A causa da discrepância foi esclarecida quando Hohmann, questionando os participantes,  descobriu que eles simplesmente tinham deixado de informar ao  pesquisador as modificações observadas em si mesmos devido ao receio de passarem a ser vistos como “tipos estranhos” ou como “anormais”, incapazes de sentir como os outros. Hohmann relatou que todos foram muito mais cooperativos e abertos com ele porque, além de psicólogo,  ele também era paraplégico e,  por isso,   acharam que seria capaz de “compreender” a experiência deles.

As várias  pesquisas posteriores levaram a uma aparente vitória da teoria de James, com novos dados que neutralizaram total ou parcialmente as críticas de Cannon (Cornelius, 1996, p. 74-79). Obviamente, os teóricos jamesianos contemporâneos levaram suas hipóteses a um grau de sofisticação inimaginável nos tempos de James. Atualmente,  prevalece a idéia da “especificidade autonômica”, isto é, cada emoção apresenta seu próprio padrão único de modificações fisiológicas, isomórfico às variações subjetivas do sentimento.

Para terminar, ainda outro teórico muito influente em sua época, o francês Claparède, expressa uma opinião semelhante à de James, de forma ainda mais clara:

A emoção não é nada mais que a consciência de uma forma, de uma ‘Gestalt’ das  múltiplas impressões orgânicas. Em outras palavras, a emoção é a consciência de uma atitude global do organismo... O que a consciência apreende  na emoção é a forma do próprio organismo, isto é, sua atitude. Aliás, essa concepção periférica,  que vê a emoção como a consciência de uma atitude do organismo, é a única que dá conta do fato de que a emoção seja “compreendida” imediatamente por quem a experimenta. A emoção contém em si seu próprio significado.

O que todos esse autores estão dizendo é que  o aspecto corporal e o mental das emoções são dois lados da mesma moeda, manifestações co-variantes, partes interconectadas e inseparáveis de um mesmo todo.

Como o cérebro tem mais de 12 bilhões de neurônios e aproximadamente 10 trilhões de interconexões, organizadas no mais complexo sistema material/energético do universo conhecido, compreendê-lo e explicar a interação  entre processos neurais e sentimentos  tem constituído  um problema de uma magnitude ainda incomensurável. O pouco que já se conseguiu entretanto é mais do que suficiente para nos dar  uma ideia do  igualmente incomensurável potencial desse conhecimento.

Emoções e funções vitais
De início, a maioria dos estudiosos pensava que certas  técnicas orientais e ocidentais utilizadas para a modificação do estado de consciência indicavam uma separação radical entre mente e corpo no que concerne às emoções. O que as pesquisas contemporâneas mostraram,  entretanto,  foi o contrário. Como resultado de um treinamento, geralmente longo, nessas técnicas, advindas do ioga, do sufismo, do zen, do aikidô, etc.,   as pessoas  adquirem controle sobre a mente através do controle sobre o corpo e vice-versa. De fato, toda uma nova área de pesquisa adquiriu status científico exatamente quando os psicofisiologistas da década de sessenta  e setenta conseguiram demonstrar que iogues, zen-budistas, aikidocas e outros praticantes de disciplinas similares conseguiam controlar voluntariamente o que se acreditava serem funções orgânicas totalmente autônomas, como batimentos cardíacos, temperatura corporal,  ritmo das ondas cerebrais, etc. Os resultados destas pesquisas corroboram o princípio psico-cosmo.bio.lógico,  indicando uma integração essencial entre os dois níveis.

Por outro lado,  a constatação empírica de que as pessoas podem, através de treinamento,  adquirir um controle consciente sobre funções viscerais dá um maior peso à hipótese  de que os sintomas físicos encontrados nas doenças psicossomáticas, como nas reações conversivas, têm sua origem  em  distúrbios emocionais. Pelo menos, ela não deixa dúvidas quanto ao fato  de a atuação em um pólo poder afetar o outro.

O argumento é simples: se está demonstrada a possibilidade de um controle das funções viscerais e de outras funções fisiológicas através da  utilizações de técnicas psicológicas, isso significa que um nível  pode ser influenciado a partir do outro. Se a partir de um nível pode-se atuar sobre o outro, torna-se evidente também a possibilidade da influência de fatores psico-emocionais na causação ou facilitação de muitas doenças físicas.  A diferença entre o controle voluntário, adquirido gradativamente através do treinamento,  e os distúrbios psicossomáticos ou conversivos é que esses últimos resultam  de processos defensivos inconscientes que, na tentativa de eliminar sentimentos indesejados,  danificam os  delicados mecanismos de auto-regulação organísmica,  predispondo à ocorrência dos  distúrbios orgânicos.

O princípio psico-cosmo-bio-lógico,  nos permite, então, compreender de que forma  a interferência com as emoções está relacionada com a origem de tantas doenças físicas, pois tudo que afeta os sentimentos afeta também as funções vitais, já que ambos são intermediados pelos mesmos sistemas, o Sistema Nervoso Autônomo, o neurohumoral, etc. Mais do que isso, as modificações emocionais são simultaneamente modificações nas funções fisiológicas vitais. Portanto, interferir com a manifestação natural de um sentimento é interferir com as funções vitais.


Sendo assim, muito bem explanado, a didática de tal contribuição e formatação do Projeto Free Mind, e com suas nuances elaboradas numa base psicológica de referências abrangentes, seguimos agora com a parte prática e usual do mesmo.


O PROCEDIMENTO PRÁTICO.


*ABERTURA do PRAZER  
........1 nível............


***ABERTO AO PÚBLICO, sem explicações da prática aplicada.



O ROMPIMENTO, o CAOS,

Tal critério adotado é natural e de cunho intuitivo, pois nos remete a observar cada ser humano e suas diligências pessoais, numa afinada capacidade de VER, a alma de cada um.
Afinando as percepções em osmoses e vivências que são salutares ao entendimento do plano monitor de cada ser vivente e suas considerações compactadas em suas mentes, e decifradas em suas atitudes.

O desenvolvimento técnico, é tão somente, gentileza, audição, visão e compreensão de si mesmo e do que ali esta se lançando a ser envolvido numa carinhosa forma de audiência.

O estado de Conciliador, é entrevistar com o foco nas emoções aplicadas na respostas mais sutis e inconscientes traçando assim um mapeamento da alma do vivente em questão.

 Abrindo assim, o caminho a argumentação e aplicação da REMOÇÃO de sementes de espectros chipados, e hologramas afins,

Estimulados, seguimos ao que  refere-se ser  combustível idealizador da evidenciação da cura, a qual  não é aqui comprometida e nem afirmativa, e sim,  somente um figuração ao processo de envolvimento  do SER e do padrão  VIVER.

As avaliações, com padrões de estatísticas afirmativas, vem de encontro ao contexto paradoxal da mente e do caminho emocional da alma, com as sobrecargas de desdobramentos negativos ao corpo. Onde aplicamos assim um contra fluxo  de negativas  x  afirmações ao conceito certo e errado gerando uma abordagem pela porta dos fundos, e começando a galgar a confiança e afeição do ser vivente. Desatando seus nós, ele rende-se a ficar na estática forma embrionária de querer aceitação e colo, gerando uma aparente dependência, ao que esta no comando das funções, o que relativamente é importante, para formar o pacto da apresentação, dos elementos de base a produção do caos pessoal e da catarse como um todo ao seu emblemático ciclo vicioso de dor e alegria , paz e insatisfação, etc.
Nas contingências aplicadas a estrutura do humor, o questionamento aviltante sobre causas e formas de intimidade, e conexões de desejos e prazeres, devem ser elaborados a partir da vontade acertada do mesmo, mas em alguns momentos necessários, usa-se o papo reto e desconstrutor de vaidades.
Motivando-o a ver a vida em sua fonte inesgotável de interesses e sabores, com cores e sons divinos e esfuziantes. Abordagem positiva e construtiva, para a descompactação do ego, e da força antagônica da verdade num complexo de acoplamento e ancoragem.
Em todo esse complexo desenvolvimento das ordens e caóticas desordens, o SER, fica numa berlinda de ansiedades e depara-se com a intuitiva necessidade  de valorizar a sua VIDA  e VIVER.

Dentro de todo esse processo, psico-cosmo-bio-lógico aplicado, organiza-se na medida das convenções necessárias, os instrumentos implicados na efetivação da abordagem pela porta da frente, face a face. Acontece ai, a primeira vitória, a conquista da confiança, primeiro dos 3 pilares de estruturação ao processo de Individuação  do belo estado de SER é VIVER.




*A RECEPÇÃO,  CATARSE.


O que entende-se por isso, são o mecanismos de cura, e seus elementos aplicados já conhecidos como referências nas estruturas de técnicas e sistemas de aprimoramentos psico-cosmo-bio-lógicos, com toda oferta positiva de afirmações e formatações funcionais ao desenvolvimento da captação neuro sistêmica e orgânica, emocional e espiritual, compondo  assim a integração mente- alma - corpo.


A admiração fortalece os laços pessoais e assim identificam a persona ..como a compatível e conciliadora, entusiasta e companheira, e acima de tudo, a sua beleza interior, esta começando a brilhar.

*A REDENÇÃO,  ACEITAÇÃO DO BELO.

Segue-se, no processo de conquista dos pilares da estruturação da Individuação do vivente, para encontrar-se num jubilo de beleza interior.



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*O ENCONTRO, com   a ALMA e o  PRAZER
............................2 nível.............................



*A APOTEOSE DO PRAZER, o  BELO é  SER ORGÁSTICO, e  FELIZ.
...........................................3 nível.....................................................